Assalto violento na Cachoeira do Jarrão deixa turistas amarrados e com contas zeradas
Criminosos armados renderam seis pessoas na trilha do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, realizaram transferências bancárias e fugiram.
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BRAZIL —
Os factos
- Seis turistas foram rendidos e amarrados na trilha da Cachoeira do Jarrão em Palhoça (SC) na segunda-feira (27).
- Os criminosos usaram armas para render as vítimas e exigiram senhas bancárias, esvaziando as contas no local.
- O crime ocorreu no trecho final da trilha, próximo ao estacionamento, dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
- As vítimas conseguiram se soltar e caminhar até um posto de gasolina para pedir ajuda.
- A Polícia Civil investiga o caso, mas os suspeitos não foram identificados até sexta-feira (1º).
- O comandante da Polícia Militar Ambiental, Guilherme Wolf, afirmou que crimes assim são raros na região.
Rendição em meio à mata
Seis pessoas foram rendidas por um grupo armado na trilha da Cachoeira do Jarrão, em Palhoça, na Grande Florianópolis, na segunda-feira (27). Os criminosos ordenaram que as vítimas se deitassem no chão e não olhassem para eles, enquanto outros três homens surgiam para ampliar a ação. Uma das vítimas, que preferiu não se identificar, relatou à NSC TV que os assaltantes amarraram seus braços e pernas com objetos improvisados, deixando-as imobilizadas no meio da mata.
Transferências bancárias sob ameaça
Além de celulares, os bandidos exigiram as senhas bancárias das vítimas e realizaram transferências imediatas, esvaziando as contas no local. Os valores levados não foram divulgados. Após o crime, o grupo fugiu, deixando as vítimas amarradas. Elas conseguiram se soltar e caminhar até um posto de gasolina próximo para pedir ajuda.
Um destino turístico popular
A Cachoeira do Jarrão fica dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior unidade de conservação de proteção integral de Santa Catarina. Conhecida por sua piscina natural com efeito de borda infinita, a trilha é bastante frequentada por turistas, especialmente gaúchos. Apesar da fama de local tranquilo, o assalto acendeu um alerta entre visitantes.
Investigação em estágio inicial
A Polícia Civil informou que a investigação ainda está em fase inicial e que as vítimas devem ser ouvidas nos próximos dias para ajudar na identificação dos criminosos. Até sexta-feira (1º), nenhum suspeito havia sido identificado. O comandante da Polícia Militar Ambiental, Guilherme Wolf, afirmou que crimes como esse não ocorrem com frequência no local e que a população pode ficar tranquila, mas recomendou cuidados aos frequentadores.
Patrulhamento e recomendações
De acordo com Wolf, há patrulhamento de rotina nas trilhas mais conhecidas da região. Ele destacou a importância de os visitantes adotarem medidas de segurança, como evitar horários de menor movimento e não ostentar objetos de valor. O caso, no entanto, levanta questões sobre a segurança em áreas de conservação ambiental, que muitas vezes carecem de vigilância constante.
O que esperar da apuração
A Polícia Civil deve ouvir as vítimas nos próximos dias para colher detalhes que possam levar aos autores do crime. Enquanto isso, a Cachoeira do Jarrão segue aberta ao público, mas o episódio pode impactar o turismo local, especialmente entre os visitantes do Rio Grande do Sul, que são frequentes no local. A expectativa é que as investigações avancem com os depoimentos e eventuais imagens de câmeras de segurança.
Em resumo
- Seis turistas foram rendidos e amarrados na trilha da Cachoeira do Jarrão em 27 de abril de 2026.
- Os criminosos esvaziaram as contas bancárias das vítimas via transferências no local.
- O crime ocorreu dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em Palhoça (SC).
- As vítimas se soltaram e pediram ajuda em um posto de gasolina.
- A Polícia Civil investiga, mas nenhum suspeito foi identificado até 1º de maio.
- O comandante da PM Ambiental afirma que crimes assim são raros na região.






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