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O que está por trás de Brb

Procurada pelo g1, a defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.

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O que está por trás de Brb
Procurada pelo g1, a defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, não havia se manifestado até a última atualizCrédito · G1

Procurada pelo g1, a defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. Brb afirma-se como um dos assuntos do momento em Brazil neste sábado.

Os factos

  • Procurada pelo g1, a defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.
  • A defesa do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça a transferência do Complexo Penitenciário da Papuda para um local onde possam discutir a negociaçã.
  • Os relatos foram reunidos em denúncias formais e estão sendo analisados pelos órgãos competentes.
  • Segundo os denunciantes, os episódios eram constantes e incluíam gritos durante reuniões e tentativas de se impor no ambiente, mesmo frente a outros gestores.
  • De acordo com os relatos, o então presidente exigia que os funcionários deixassem seus celulares fora da sala para, segundo ele, agir “de forma mais tranquila” em reuniões.

O essencial

Em detalhe, a defesa do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça a transferência do Complexo Penitenciário da Papuda para um local onde possam discutir a negociaçã.

Mais concretamente, os relatos foram reunidos em denúncias formais e estão sendo analisados pelos órgãos competentes.

Por outro lado, Segundo os denunciantes, os episódios eram constantes e incluíam gritos durante reuniões e tentativas de se impor no ambiente, mesmo frente a outros gestores.

Vale notar que de acordo com os relatos, o então presidente exigia que os funcionários deixassem seus celulares fora da sala para, segundo ele, agir “de forma mais tranquila” em reuniões.

No mesmo sentido, as denúncias dos servidores incluem, ainda, práticas de humilhação física mesmo para altos gerentes do banco.

O contexto

Vale notar que Segundo os funcionários, em reuniões com a direção, equipes que não atingiam as metas de gestão eram obrigadas a se expor publicamente – por exemplo, usando gravatas vermelhas para "combinar" com o portal de metas do banco.

No mesmo sentido, Em um dos episódios narrados, um servidor disse que o ex-presidente chegou a arremessar o próprio celular contra a parede durante uma reunião, em meio a uma crise de fúria.

Em detalhe, No caso envolvendo a operação com o Banco Master, especificamente, funcionários afirmam que o então presidente ia pessoalmente aos setores responsáveis para supervisionar a compra de carteiras de crédito.

Mais concretamente, Ele exigia que processos complexos, que normalmente levariam de três a quatro meses, fossem concluídos de um dia para o outro ou de uma semana para outra, sempre com a anuência de superintendentes e gerências de área.

Por outro lado, os servidores afirmam ainda que o ambiente de pressão afetou diretamente a saúde mental.

Em resumo

  • A defesa do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça a transferência do Complexo Penitenciário da Papuda para um local onde possam discutir a negociaçã.
  • Os relatos foram reunidos em denúncias formais e estão sendo analisados pelos órgãos competentes.
  • De acordo com os relatos, o então presidente exigia que os funcionários deixassem seus celulares fora da sala para, segundo ele, agir “de forma mais tranquila” em reuniões.
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