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Apagao: o que precisa saber

Uma falha energética, interrupção digital ou problema numa cadeia logística podem propagar-se rapidamente e afetar vários setores e geografias.

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Apagao: o que precisa saber
Uma falha energética, interrupção digital ou problema numa cadeia logística podem propagar-se rapidamente e afetar várioCrédito · Expresso

Uma falha energética, interrupção digital ou problema numa cadeia logística podem propagar-se rapidamente e afetar vários setores e geografias. Apagao afirma-se como um dos assuntos do momento em Portugal neste sexta-feira.

Os factos

  • Uma falha energética, interrupção digital ou problema numa cadeia logística podem propagar-se rapidamente e afetar vários setores e geografias.
  • O risco já não é isolado, é partilhado e sistémico.
  • Na apresentação pública do relatório, a 27 de abril, Maria da Graça Carvalho destacou que as recomendações dos especialistas estão alinhadas não só com as medidas que o Governo colocou em prática após o incidente, como com tudo que já vinha a ser feito.
  • A 28 de abril faz um ano desde o apagão que expôs uma fragilidade que muitas organizações preferiam ignorar: num mundo hiperconectado, a falha já não é exceção.
  • “A maior parte destas recomendações são princípios de boa governação, que sempre usámos.

O essencial

Em detalhe, o risco já não é isolado, é partilhado e sistémico.

Mais concretamente, Na apresentação pública do relatório, a 27 de abril, Maria da Graça Carvalho destacou que as recomendações dos especialistas estão alinhadas não só com as medidas que o Governo colocou em prática após o incidente, como com tudo que já vinha a ser feito.

Por outro lado, a 28 de abril faz um ano desde o apagão que expôs uma fragilidade que muitas organizações preferiam ignorar: num mundo hiperconectado, a falha já não é exceção.

“A maior parte destas recomendações são princípios de boa governação, que sempre usámos.

No mesmo sentido, Maria da Graça Carvalho, que destacou o alinhamento entre as recomendações e a ação em curso, diz que o documento “vai muito além do apagão”, apontando medidas com visão de longo prazo para uma transição energética mais robusta, acrescentando que “algumas delas já estão no terreno”.

O contexto

Vale notar que o relatório apresentado marca uma nova fase de transformação, orientada para um sistema elétrico mais digital, integrado e preparado para os desafios da transição energética.

No mesmo sentido, Durante muitos anos, a tecnologia foi associada a controlo.

Em detalhe, Se por um lado a tecnologia trouxe eficiência, escala e velocidade, por outro, é também um vetor de vulnerabilidade.

Mais concretamente, No entanto, a velocidade dos sistemas nem sempre é acompanhada pela formação das equipas.

Por outro lado, Quando os processos falham, são as pessoas que ditam o desfecho.

Em resumo

  • O risco já não é isolado, é partilhado e sistémico.
  • A 28 de abril faz um ano desde o apagão que expôs uma fragilidade que muitas organizações preferiam ignorar: num mundo hiperconectado, a falha já não é exceção.
  • O relatório apresentado marca uma nova fase de transformação, orientada para um sistema elétrico mais digital, integrado e preparado para os desafios da transição energética.
  • Buscas em alta: Apagão ibérico teve causas externas e provou que sistema elétrico português é seguro, Tecnologia e resiliência: um ano depois do apagão, o que mudou?, Não há um novo apagão, mas há um aviso amarelo. E já fizemos o kit de emergência que deves ter em casa - versa, Ministra do Ambiente e Energia admite pedir indemnização a Espanha pelo apagão de há um ano.
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