Decifrando Barragem
O último caso ocorreu em 2002, com a aldeia da Luz.

PORTUGAL —
O último caso ocorreu em 2002, com a aldeia da Luz. Barragem afirma-se como um dos assuntos do momento em Portugal neste sábado.
Os factos
- O último caso ocorreu em 2002, com a aldeia da Luz.
- Anos antes, em 1954, a barragem do Cabril também deixou submersa a aldeia de Vilar (Pampilhosa da Serra).
- Ocupará oito hectares, com uma área habitacional de 9600 metros quadrados.
- A tipologias das casas variam entre T1 e T4, com áreas entre os 80 e os 150 metros quadrados, segundo o plano apresentado pelos responsáveis da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).
- 3) Não serão aceites quaisquer comentários com mensagens publicitárias ou propagandas.
O essencial
Em detalhe, Anos antes, em 1954, a barragem do Cabril também deixou submersa a aldeia de Vilar (Pampilhosa da Serra).
Mais concretamente, Ocupará oito hectares, com uma área habitacional de 9600 metros quadrados.
Por outro lado, a tipologias das casas variam entre T1 e T4, com áreas entre os 80 e os 150 metros quadrados, segundo o plano apresentado pelos responsáveis da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).
Vale notar que 3) Não serão aceites quaisquer comentários com mensagens publicitárias ou propagandas.
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Os números
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O contexto
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No mesmo sentido, PSP não preenche vagas pelo sexto ano consecutivo.
Em detalhe, Também se procurou respeitar as relações de vizinhança”, explicou ao CM Joaquim Diogo, presidente da CIMAA.
Mais concretamente, Mas não haverá um corte definitivo com o passado, já que o projeto prevê, além de um espaço de memória, elementos da velha aldeia, como a capela, por exemplo.
Por outro lado, o facto da aldeia do Pisão não ter cemitério nem monumentos, simplifica a tarefa, admite Joaquim Diogo.
Em resumo
- A tipologias das casas variam entre T1 e T4, com áreas entre os 80 e os 150 metros quadrados, segundo o plano apresentado pelos responsáveis da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).
- O facto da aldeia do Pisão não ter cemitério nem monumentos, simplifica a tarefa, admite Joaquim Diogo.
- Aqui não foi uma aldeia que desapareceu, foram três: Breda, Foz do Dão e Aldeia Nova.


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