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Portugal: a história completa

Estudo mostra ainda que o salário médio ajustado a tempo completo era, em 2024, de 2.068,2 euros em Portugal.

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Portugal: a história completa
Estudo mostra ainda que o salário médio ajustado a tempo completo era, em 2024, de 2.068,2 euros em Portugal.Crédito · SIC Notícias

Estudo mostra ainda que o salário médio ajustado a tempo completo era, em 2024, de 2.068,2 euros em Portugal. Portugal afirma-se como um dos assuntos do momento em Portugal neste sábado.

Os factos

  • Estudo mostra ainda que o salário médio ajustado a tempo completo era, em 2024, de 2.068,2 euros em Portugal.
  • Estes são números positivos para Portugal, que se mostra forte na integração dos jovens adultos (dos 25 aos 29 anos) no mercado de trabalho.
  • Portugal é um dos países europeus onde mais se trabalha, com uma média de 39,7 horas semanais, acima das 37 horas da média europeia.
  • Portugal é um dos países "com mais contratos temporários entre os jovens e com níveis salariais abaixo da média europeia, mas também com uma das mais elevadas taxas de emprego" entre os jovens dos 25 aos 29 anos, enquadra a Pordata.
  • As estatísticas indicam que na UE, onde 18,8% dos trabalhadores exercem atividade a tempo parcial, "há uma grande variabilidade entre países" neste indicador, com Portugal a apresentar "uma das proporções mais baixas (8,1%), em contraste com países como os Países Baixos, com 43,8%".

O essencial

Em detalhe, Estes são números positivos para Portugal, que se mostra forte na integração dos jovens adultos (dos 25 aos 29 anos) no mercado de trabalho.

Mais concretamente, Portugal é um dos países europeus onde mais se trabalha, com uma média de 39,7 horas semanais, acima das 37 horas da média europeia.

Por outro lado, Portugal é um dos países "com mais contratos temporários entre os jovens e com níveis salariais abaixo da média europeia, mas também com uma das mais elevadas taxas de emprego" entre os jovens dos 25 aos 29 anos, enquadra a Pordata.

Vale notar que as estatísticas indicam que na UE, onde 18,8% dos trabalhadores exercem atividade a tempo parcial, "há uma grande variabilidade entre países" neste indicador, com Portugal a apresentar "uma das proporções mais baixas (8,1%), em contraste com países como os Países Baixos, com 43,8%".

No mesmo sentido, Na UE, o trabalho a tempo parcial é particularmente prevalente entre as mulheres (29,1% face a 9,8% entre os homens) -- embora em Portugal essa diferença de género seja menos acentuada (10,4% vs 5,9%) -- e entre os trabalhadores com menos de 25 anos (34,7%)", dizem ainda.

Os números

Em detalhe, EmpregoLei laboral: ministra faz "último esforço" e dá prazo de 15 dias à UGTMaria do Rosário Palma Ramalho afirma que "a UGT terá de mostrar que quer efetivamente uma aproximação e não continuar a ter pretextos para fazer fugas para a frente".

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O contexto

Vale notar que No retrato traçado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, com base nos dados Pordata, para assinalar o Dia do Trabalhador, Portugal aparece acima da média europeia em vários indicadores, mas continua a carregar problemas do passado.

No mesmo sentido, Conceito de Trabalho Digno: a ocupação deve assegurar não apenas a subsistência, mas também o exercício pleno da cidadania, a proteção social e a realização pessoal.

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Em resumo

  • As estatísticas indicam que na UE, onde 18,8% dos trabalhadores exercem atividade a tempo parcial, "há uma grande variabilidade entre países" neste indicador, com Portugal a apresentar "uma das proporções mais baixas (8,1%), em contraste com países como os Países Baixos, com 43,8%".
  • Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos [email protected] ou para 210 494 000.
  • Não é por acaso que o índice de saúde, fixado em 50, não acompanha o crescimento do emprego, o que aponta para que a pressão laboral esteja a canibalizar o bem-estar.
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