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FENPROF convoca professores para manifestações do 1.º de Maio em todo o país

A Federação Nacional dos Professores apela à participação nas concentrações e manifestações convocadas pela CGTP-IN para o Dia do Trabalhador, com destaque para a grande manifestação em Lisboa.

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FENPROF convoca professores para manifestações do 1.º de Maio em todo o país
A Federação Nacional dos Professores apela à participação nas concentrações e manifestações convocadas pela CGTP-IN paraCrédito · FENPROF

Os factos

  • FENPROF é a Federação Nacional dos Professores, maior sindicato de professores de Portugal.
  • CGTP-IN é a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional.
  • As manifestações ocorrem no 1.º de Maio, Dia do Trabalhador.
  • Em Lisboa, a manifestação principal começa às 14h30 no Martim Moniz e segue para a Alameda D. Afonso Henriques.
  • O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) convoca concentrações em Lisboa, Oeste, Santarém e Setúbal.
  • SPGL é membro fundador da FENPROF.
  • As ações incluem concentrações às 10h30 na Loja do Cidadão, às 10h no Jardim das Descobertas e às 15h na Praça do Brasil, além de uma manhã infantil às 11h na Av. Luísa Todi.

Mobilização nacional dos professores no Dia do Trabalhador

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) convocou todos os professores, educadores e investigadores para participarem nas concentrações e manifestações do 1.º de Maio, organizadas pela CGTP-IN em todo o país. O apelo surge a poucas horas do Dia do Trabalhador, sublinhando a luta por "uma vida melhor a que temos direito". A FENPROF, que se apresenta como o maior sindicato de professores do país, saúda todos os trabalhadores, mas dirige-se especialmente à sua base docente. A convocatória insere-se no calendário anual de protestos sindicais, mas ganha contornos específicos num contexto de reivindicações salariais e combate à precariedade.

Lisboa como epicentro das manifestações

O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), membro fundador da FENPROF, detalhou o programa para a região. A grande manifestação em Lisboa terá início às 14h30 no Martim Moniz, seguindo em direção à Alameda D. Afonso Henriques. A expectativa é de uma mobilização expressiva de docentes e investigadores, como tem sido habitual. Além da manifestação principal, estão previstas várias concentrações ao longo do dia: às 10h30 na Loja do Cidadão, às 10h no Jardim das Descobertas e às 15h na Praça do Brasil. Haverá ainda uma manhã infantil às 11h na Av. Luísa Todi, integrando as famílias dos trabalhadores.

Reivindicações centrais: salários e combate à precariedade

A CGTP-IN, central sindical que convoca as manifestações, tem como lemas "É possível aumentar os salários" e "A precariedade é uma forma violenta de exploração dos trabalhadores". Estas bandeiras ecoam nas reivindicações dos professores, que enfrentam há anos a degradação das condições de trabalho e a estagnação salarial. O SPGL, ao apelar à participação, reforça a mensagem de que "os trabalhadores não são descartáveis". A luta dos professores insere-se num movimento mais amplo por melhores condições laborais, com a CGTP-IN a defender uma política de valorização dos rendimentos e de combate à precariedade.

Contexto sindical e histórico de mobilização

A FENPROF, fundada há décadas, é a principal federação sindical do setor da educação em Portugal. O SPGL, como seu membro fundador, tem um papel central na organização dos professores na região de Lisboa, Oeste, Santarém e Setúbal. As manifestações do 1.º de Maio são um momento-chave no calendário sindical, servindo como termómetro da disposição de luta da classe trabalhadora. Nos últimos anos, os professores têm sido um dos setores mais ativos nas ruas, com greves e protestos frequentes. A convocatória para este 1.º de Maio de 2026 surge num contexto de negociações salariais com o governo, ainda sem acordo à vista.

Próximos passos e impacto esperado

A adesão às manifestações será um indicador da força do movimento sindical docente. A FENPROF espera uma participação maciça, especialmente em Lisboa, onde a manifestação da tarde deverá concentrar milhares de professores. As concentrações matinais em vários pontos da cidade visam preparar o terreno para a grande marcha. O governo, por seu lado, acompanha de perto a mobilização. As reivindicações dos professores — aumento salarial, fim da precariedade e melhores condições de trabalho — continuam na agenda política, e o 1.º de Maio servirá para pressionar o executivo a avançar com medidas concretas. A FENPROF já sinalizou que a luta continuará para além do Dia do Trabalhador.

Em resumo

  • A FENPROF e o SPGL convocaram os professores para as manifestações do 1.º de Maio organizadas pela CGTP-IN em todo o país.
  • Em Lisboa, a manifestação principal começa às 14h30 no Martim Moniz com destino à Alameda D. Afonso Henriques.
  • As reivindicações centrais são o aumento salarial e o combate à precariedade, com a CGTP-IN a defender que 'é possível aumentar os salários'.
  • O SPGL realiza concentrações em quatro regiões: Lisboa, Oeste, Santarém e Setúbal, com horários e locais específicos.
  • A mobilização dos professores insere-se num movimento mais amplo da classe trabalhadora por melhores condições de vida.
  • O 1.º de Maio de 2026 servirá como teste à força do sindicalismo docente e à pressão sobre o governo.
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